Frank sentou-se em frente à lareira e deixou o fogo aquecer suas meias. Ele havia lido todos os principais jornais da China, mesmo que chegassem meses depois. Acompanhara a ascensão da jovem república americana, assim como os triunfos meteóricos de Napoleão, que devastaram a Europa em vez de conquistá-la. Quando chegou a Paris vindo de Rotterdam, o imperador francês cambaleava rumo ao fim de seu reinado de 100 dias. Frank evitava qualquer envolvimento político, mas acompanhava de perto os acontecimentos mundiais. Não contatou seus antigos amigos porque não teria como explicar sua idade ou sua juventude. Era fácil permanecer anônimo e isolado na cidade grande. Mesmo assim, precisou procurar emprego por seis meses até conseguir um novo.
Ele passou a morar com uma viúva de classe média que lhe ofereceu pensão completa e uma cama quente por um bom dinheiro. Emile já tinha mais de 50 anos, mas administrava sua pequena pensão com maestria e deitava-se com Frank todas as noites. Ela era falante e contou-lhe toda a sua história de vida, mas contentava-se com os poucos detalhes pessoais dele. Ela não era sofisticada nem especial na cama, mas ele ainda estava mentalmente envolvido com as chinesas e não esperava nada menos que uma experiência caseira francesa de Emile quando se tratava de sexo. E era exatamente isso que ela lhe dava, sem frescuras nem complicações. Ela lambia seu pênis ereto todas as noites e perguntava se devia continuar e se ele preferia ejacular em sua boca, mas ele raramente queria e nunca se arrependia, pois Emile lambia e chupava seu sêmen com paixão para engoli-lo obedientemente.
Frank passava os dias sentado nos cafés do centro da cidade, bebendo chá chinês aguado e lendo todos os anúncios nos jornais locais. Foi assim que chegou à Marquesa de Montmesnil, cujo castelo ficava a cerca de 40 quilômetros ao sul da capital. A marquesa havia perdido o marido nas guerras napoleônicas cerca de oito anos antes e procurava um tutor para sua filha Charlotte, de 11 anos. A marquesa tinha cerca de 48 anos e levava uma vida relativamente reclusa. Ela só dava festas para alguns convidados duas ou três vezes por ano, mas nada de festas extravagantes como as da cidade, dizia. Não era uma beleza, mas estava sempre elegantemente vestida e flertou abertamente com Frank desde a entrevista de emprego. Ela deu uma olhada rápida nos documentos dele, mas ele suspeitou que ela fosse míope e não leu nada. Ela podia pagar o tutor; o general a havia deixado bem amparada.
A marquesa o interrogou com muita habilidade e superaria qualquer comissário de polícia nessa disciplina. Frank percebeu imediatamente e ficou em alerta. Não teve problemas em admitir que transava com sua senhoria todas as noites. Ela murmurou, aprovando, que homens jovens e saudáveis precisavam de alguém para transar todas as noites. As mulheres são mais recatadas, ela riu, um dedo basta para elas. Ambos riram despreocupadamente; naqueles dias após a sangrenta revolução, as pessoas eram um pouco mais permissivas em assuntos sexuais. Frank falou sobre seu relacionamento de vários anos com a “princesa” chinesa Mei Song, que lhe enviava suas mais belas criadas quando não estava disponível. A marquesa estava absorta em cada palavra e Frank não poupou detalhes picantes e frases floridas. “Oh, eu falo demais, Madame”, interrompeu ele e se calou. Ele realmente havia despertado a imaginação dela e era exatamente isso que ele queria.
Eles concordaram relativamente rápido: ele daria aulas particulares a Charlotte em todas as matérias de humanidades e lhe ensinaria inglês ou alemão. Deram-lhe um quarto grande e bonito na mansão, e então a marquesa apresentou a todos os criados. Ela tinha cerca de 35 criadas, 5 pajens, 10 homens e mulheres na cozinha, 4 cocheiros e 3 jardineiros. Frank foi apresentado a todos e memorizou o máximo de nomes que pôde.
Ele gostou imediatamente de uma das criadas; ela não tinha o olhar recatado das outras, mas seu olhar ardente prometia-lhe mil prazeres. Hesitou um passo e a marquesa parou ao seu lado. “Vejo que gosta dela, Sir Frank”, disse ela em voz baixa, “você tem bom gosto!” Seguiram viagem, ele voltou a Paris e instalou-se no castelo dos Montmesnil no dia marcado. Jantou com a marquesa e Charlotte e desculpou-se pelas roupas simples, mas ainda não conseguira ir a um alfaiate no pouco tempo disponível. Compensaria isso assim que possível. Ao final do requintado jantar, a marquesa mencionou que ainda não haviam instalado banheiros em toda a propriedade, mas que uma criada viria todas as noites para lhe dar banho, como era costume antigamente. Ele assentiu, embora nunca tivesse sido lavado antes.
Ele já imaginava. A criada, certa e especial, empurrou uma panela de água morna para o quarto dele. “Por favor, tire a roupa”, disse ela alegremente, olhando-o com um olhar desafiador. Seu nome era Mira, disse ela, de Mirabella. Ele se deitou de bruços e ela o lavou. Depois, ele se virou de costas e ela o lavou. Seu pênis ficou completamente ereto e ele a olhou com desejo. Ela corou e balançou a cabeça. “A Marquesa ainda não permitiu”, disse ela baixinho, permanecendo em silêncio enquanto lavava bem o pênis dele e o fazia ejacular no final. Ela sorriu enquanto o limpava e saiu, com um sorriso gentil. Ele ficou relativamente confuso.
Ele avaliou o nível de conhecimento de Charlotte. Ela ainda era muito inexperiente e ele percebeu que tinha muito trabalho pela frente. Sua primeira impressão foi de que a garota não era tão inocente em assuntos sexuais quanto deveria ser, mas deixou esse assunto para outro dia. Bastava-lhe saber que a garota também gostava dele e que não queria causar problemas.
Hoje, o marqueso tinha convidados para o jantar, o que significava que ele comia na sala comum ao lado da cozinha. Havia um vinho leve do campo para acompanhar a carne, diversos legumes e frutas. As batatas tinham sido importadas do Novo Mundo, mas sempre foram consideradas comida de gente simples. O ambiente era muito agradável e ele conversava com as moças e os rapazes de maneira descontraída. “Vou ler por mais duas horas e depois me deitar”, disse ele a Mira. Ela assentiu, indicando que viria lhe dar banho. E assim aconteceu nos dias seguintes.
Certo dia, a marquesa entrou, envolta num robe leve, enquanto Mira ainda o lavava. “Eu assumo, obrigada, Mira!”, disse a marquesa, e Mira saiu com a banheira. A marquesa o secou e segurou seu pênis ereto com delicadeza na mão, sem cerrá-lo. “Também acabei de tomar banho, Sir Frank, posso me deitar com o senhor?” O que ele poderia dizer? Que ela era velha demais para ele? Que suas curvas não o faziam se alegrar e se entusiasmar? Ele assentiu e abriu espaço. Ela deixou o robe cair no chão e deitou-se nua ao lado dele. Ele teve bastante tempo para observá-la. Seu rosto de traços finos era emoldurado por cabelos castanho-avermelhados acinzentados. Ela era bastante magra, embora algumas dobras de gordura já fossem visíveis nos quadris e nas nádegas. Seus seios deviam ter sido fartos e redondos antes, mas agora cediam à gravidade. Ela havia aparado os pelos pubianos. Ela já tinha 48 anos, mas de forma alguma era uma mulher velha.
Ela queria ir direto ao ponto: eles se beijaram e ela abriu as pernas de bom grado para que ele pudesse estimular seu clitóris. Ambos ficaram excitados rapidamente e começaram a transar. Ele percebeu que ela sabia muito bem como se levar ao clímax, ofegando e arfando enquanto aumentava o ritmo juntos e se masturbava até o orgasmo. Aparentemente, isso não acontecia com frequência, e ela sorriu orgulhosa e satisfeita enquanto o abraçava gentilmente e o deixava ejacular depois de um tempo. Eles ficaram deitados um ao lado do outro, respirando pesadamente, por um tempo, e ela conversou bastante. “Obrigada, Sir Frank”, disse ela mais tarde com um sorriso, “Você transa muito bem! Não é sempre que um cavalheiro me leva ao orgasmo!” Desde que seu marido havia caído em desgraça oito anos atrás, ela convidava regularmente seus antigos oficiais para jantar e transava com todos eles, mas apenas com esses oficiais. Ela raramente transava com outros cavalheiros. Ela havia aprendido a se masturbar no convento e fazia isso todas as noites desde então. Tornou-se parte de sua rotina para dormir, disse ela com um sorriso travesso. Ele não gostava de conversar depois do sexo e apenas lhe fazia os elogios de sempre. Será que ela não gostaria de se masturbar agora? Ela exclamou: “Ai, meu Deus, não! Eu nunca me masturbei na frente de ninguém, claro que não!” Ela pensou por um instante. “Exceto das meninas do internato, é claro, que me ensinaram isso primeiro.” Frank percebeu o desafio e disse o mesmo. “Não, nunca!” Frank sorriu: “A última palavra ainda não foi dita!” E parou por aí.
Ela perguntou se deveria voltar caso não tivesse um convidado. Frank assentiu, porque ela transava muito bem, disse ele. E, se não viesse, não deveria mandar Mira para ele, já que ela frequentemente recebia um oficial como convidado? Ele assentiu também, mas não sabia se Mira gostaria. A marquesa deu uma gargalhada estrondosa. “Mira estava me enchendo o saco desde o primeiro dia em que você se mudou. Eu apenas disse a ela que eu era o chefe e que estava tomando a prerrogativa. Então ela recuou. Mas eu prometi que a deixaria ir.” Ambos riram porque parecia estar funcionando bem para todos. Era assim que funcionava: a marquesa vinha até ele uma ou duas vezes por semana, e nos outros dias Mira vinha ou mandava outra garota fogosa como substituta, porque ela absolutamente precisava usar contraceptivo. Era um bom acordo.
Mira lavou o pênis dele antes de transar com ele, e depois, lavou todo o corpo dele para que ele não dormisse todo suado. Mira era bem mais jovem que a Marquesa, tinha 27 ou 28 anos, e muita experiência. Resumindo, ela transava muito melhor que a Marquesa, era muito tranquila e tinha um orgasmo atrás do outro. Ele frequentemente transava com ela duas vezes na mesma noite, mas ela tinha que deixá-lo e dormir na própria cama todas as noites, a marquesa havia ordenado assim.
Com o tempo, Mira contou-lhe sobre a sua vida. Tornou-se empregada doméstica aos 15 anos e nunca mais trabalhou em outra coisa. Não aprendeu a ler nem a escrever, nenhuma empregada precisava disso. Aprendeu a contar os dias quando jovem para não engravidar, e até então tinha funcionado. Trabalhou em todo o tipo de casas, teve de transar com os patrões e os filhos deles, por vezes até com os hóspedes, mesmo que fossem velhos ou feios, pois essa era uma das tarefas das empregadas. E se lhe apetecesse, também transava com os criados e os rapazes dos estábulos que escolhesse.
Um dos trabalhos interessantes foi na casa de Madame Josefina, a antiga imperatriz e agora ex-esposa do imperador. Madame Josefina era caribenha e certamente não era uma moça “boa”. Ela estava na casa dos quarenta quando se divorciou e adorava transar loucamente. Ela havia se tornado infértil depois de dar à luz dois filhos na masmorra da Revolução e podia transar sem se importar com nada. Mesmo durante seu casamento com o imperador, ela teve muitos amantes, mas ele só descobriu pouco antes do divórcio.
Mira era confidente de Josefina desde o início. Um dia, perguntou-lhe se sabia o quão pequeno era o pênis de Napoleão. Mira balançou a cabeça negativamente; ninguém jamais tinha visto o dele. Josefina riu e chamou Eduard, um pajem de 11 anos. Josefina baixou as calças dele e Mira teve que pegar seu pequeno pênis na mão. “Pronto”, riu Josefina, “pronto!” Mira teve que segurar o pênis dele e esfregá-lo suavemente; ele endureceu sem crescer até que o menino ejaculou. “Eduard, limpe!” ordenou Josefina e saiu com Mira. “Ele costumava me foder todas as noites quando estava em Paris, consegue imaginar? Com um pênis tão pequeno! Eu tinha muitos pênis de homens, pênis de homens de verdade, à disposição quando ele estava fora!”
Josephine não fazia segredo de sua vida sexual. Mira geralmente tinha que esperar no quarto ao lado, com a porta entreaberta, aguardando suas ordens. O pequeno Eduard rastejava entre suas pernas como um gato, espiando sua dona. Mira agarrou o pênis do pirralho e o segurou em sua mão até que ele ejaculasse entre seus dedos. Mira esfregava seu pequeno pênis sem parar e o menino sorria radiante cada vez que ela o fazia ejacular.
O processo era sempre o mesmo. Josefina sentava-se com o cavalheiro em sua sala de estar e conversavam sobre segredos da corte e do estado. Ela conversava de forma bastante familiar com a maioria deles, depois tirava o pênis dele da braguilha e lhe fazia uma massagem. Limpava o sêmen com um lenço de papel e sentava-se novamente com as pernas afastadas.
O cavalheiro agora tinha permissão para enfiar a mão por baixo da saia dela e masturbá-la. Aqueles que eram bons nisso podiam levá-la ao orgasmo duas ou três vezes seguidas, e eram abraçados e beijados em reconhecimento. Mas aqueles que não conseguiam masturbá-la até o orgasmo, ela expulsava furiosamente e nunca mais os convidava. Então, excitada, ela chamou Mira e deixou que ela a masturbasse, pois Mira era muito boa nisso.
Apenas um ou dois cavalheiros por semana agradavam tanto a Josefina que ela os convidava para seu boudoir. Ela só se deixava foder lá e era muito seletiva quanto a quem podia foder com ela. Mira tinha que esperar na porta ao lado por suas ordens novamente. O pequeno Eduard e ela observavam a transa e muito raramente o pequeno Eduard tinha permissão para foder Mira de verdade, mas na maioria das vezes ela apenas agarrava seu pau com o punho e o fazia ejacular muito lentamente e sem parar.
Frank gostava de transar com a Marquesa uma ou duas vezes por semana como um bônus, porque ela sempre transava muito bem. Ele parava antes de gozar, guardando o líquido para Mira, que esperava do lado de fora até a marquesa sair. A marquesa ficou surpresa por ele ter parado de ejacular e, em vez disso, ele a deitou em seu colo. Começou a masturbá-la e parou bem perto do orgasmo dela. Pegou a mão dela, pegou o dedo dela e o colocou no clitóris. Mas ela não se masturbou, decididamente não. Ele fez isso por alguns dias, tateando cada vez mais perto do orgasmo dela e vendo o dedo dela se contrair traiçoeiramente, mas ela pensou a respeito e não se masturbou. Levou mais de 14 dias para ele vencer a disputa. Ele a levou um pequeno passo mais perto do orgasmo, colocou o dedo dela no clitóris e agora, sim, agora, ela se masturbou e gemeu e suspirou em êxtase. Ele a abraçou com muita ternura e ela começou a chorar. “Você é um demônio, Sir Frank”, ela soluçou baixinho, “mas um diabinho muito querido! Resisti às suas tentações por muito tempo, mas no fim você venceu! Está satisfeita agora?” Ele assentiu e respondeu com muita seriedade: “Eu só queria descobrir se conseguiria seduzi-la, Madame! Não tive más intenções, querida Christine, para mim era uma competição, uma aposta que eu queria ganhar a todo custo, esse é o meu jeito. Mas agora acabou, a aposta terminou e eu vou seguir em frente normalmente. Você também sabe agora que pode ter um orgasmo a qualquer momento, caso não tenha um durante o sexo. Certo?” Ela assentiu e enxugou as lágrimas. A partir daquele momento, ela se masturbaria nas poucas vezes em que não tivesse tido um orgasmo durante o sexo. Mas ela não conseguiu esquecer o desestabilizador por meses.
Ele ensinava Charlotte quatro horas antes do almoço e duas horas à tarde. Ela se esforçava muito, mas não tinha herdado muito talento do bom Deus. Em vez disso, interessava-se por tudo o que fosse sexual e não falava de outra coisa. Ela ouvira dizer que ele transava com a Marquesa e Mira todos os dias; ele a corrigia e lhe servia vinho puro. Ela era muito confiante e ele não queria destruir essa confiança. Ela queria saber o que ele achava de transar com as duas mulheres e ele lhe contou, de uma forma apropriada para a idade dela, é claro. Ele não escondeu dela que Mira, quando precisava usar contraceptivo porque não queria engravidar, lhe mandava uma ou duas criadas fogosas como substitutas e que ele já havia transado com quase todas as criadas mais jovens, mas que isso era bastante normal, disse ele à menina, que ouvia de boca aberta.
Certa vez, ela lhe contou que havia aprendido a se masturbar cerca de um ano antes com uma colega de brincadeiras e que fazia isso todas as noites até ficar cansada e adormecer. Ele confirmou que era muito bom e que ela só deveria se certificar de que permanecesse em segredo. Charlotte contou-lhe em outra ocasião que havia aprendido com a mesma colega a desabotoar as calças dos amiguinhos e brincar com seus pênis quando os atraíam para um canto escondido. Ela observou a outra algumas vezes enquanto esta estimulava os pênis dos meninos até que eles ejaculassem. Ela também já havia feito isso, disse timidamente. Frank a encorajou e elogiou, dizendo que era bom quando uma garota conseguia fazer isso e estava familiarizada com sua própria sexualidade e com a masculina.
Mais tarde, ela contou que a colega estava seriamente considerando transar com os meninos, transar mesmo como os adultos, já que eles tinham espionado isso várias vezes. Frank disse que não era uma boa ideia. As vaginas das meninas ainda não tinham terminado de crescer e ela poderia acabar machucando a própria vagina. Ela deveria desistir da ideia, disse ele com firmeza. Charlotte mordeu o lábio inferior. Ela tinha uma queda pelo professor, claro, e sempre fantasiou em transar com ele como um adulto. Ele descartou o pensamento dela. Ele não faria isso, não faria nada para machucar a vagina dela! Ela ficou deprimida e abatida por dias. Perguntou se ele transaria com ela mais tarde. Ele fingiu pensar por um longo tempo e então disse que talvez quando a vagina dela estivesse completamente desenvolvida, aos 14 ou 15 anos. Ela suspirou aliviada; estava ansiosa por isso, disse feliz.
Logo depois, ela perguntou se ele queria vê-la se masturbar. “Sim”, ele respondeu, com uma expressão amigável e convidativa. Ela levantou a saia, mas ele a instruiu sobre como se sentar: pés no assento, joelhos afastados e a saia levantada para que ele pudesse ver bem sua vagina. Ela obedeceu imediatamente e começou a se masturbar com avidez. Ela teve um orgasmo intenso e se acalmou rapidamente. Será que ela tinha feito certo? Frank assentiu e examinou atentamente o hímen dela; havia um buraco bem grande. Afinal, ela não tinha transado com um garotinho? “Não”, ela disse, “eu só deixei os pênis dos garotos penetrarem sua vagina pelo buraco do hímen umas cem vezes e deixei que eles se mexessem até ejacularem dentro dela. Os garotos gostaram muito disso e ela não se importou, mas nunca os deixou transar de verdade, jamais!”
Charlotte perguntou se suas alunas anteriores o haviam deixado observá-las se masturbando. Ele riu ruidosamente. As alunas geralmente sentavam com as pernas para cima durante a aula e se masturbavam quando sentiam vontade. Uma vez por dia, ou dez vezes por dia, isso não importava para ele. O importante era que as meninas aprendessem a sentir prazer e relaxar, sem vergonha ou fingimento. Charlotte assentiu com entusiasmo; agora que entendia tudo, disse seriamente. Ela estava gradualmente adquirindo o hábito de sentar com as pernas para cima, sem fingimento, assegurou a si mesma com convicção. Ela havia entendido que aquilo era privado e que não deveria contar a ninguém. Ela se tocou sem inibições e gradualmente perdeu a vergonha; quanto mais excitante o assunto, mais vigorosamente ela beliscava o clitóris, cuja glande se projetava do prepúcio. Ela se recostou e fechou os olhos enquanto se masturbava até o orgasmo. No início, ela não se masturbava com muita frequência, mas sem fingir, e ficava muito satisfeita quando ele levantava os olhos do livro e a observava se masturbar com benevolência, sorrindo contente quando ela tinha um orgasmo intenso. Parecia-lhe natural se masturbar duas ou três vezes na aula; era tudo o que ela queria. À noite, geralmente fazia isso apenas uma vez, raramente duas, e era o suficiente para ela.
O tempo passou voando, a garota fez 13 e 14 anos e certa vez o lembrou da promessa que ele fizera de transar com ela. Ele não teve pressa, estava muito satisfeito com o que a marquesa, Mira e todas as outras criadas tímidas e reservadas podiam lhe oferecer. Mas Charlotte não desistiu, sentia muita pressão, principalmente porque suas amigas já estavam transando com os garotos mais velhos. Ela se sentia excluída. Só quando contou exatamente isso a Frank é que ele percebeu que não podia mais adiar.
Certa manhã, ele levou Charlotte até o sofá. Os olhos dela brilharam quando ele disse que ia tirar sua virgindade e transar com ela agora mesmo. Ela assentiu ansiosamente e se deitou; já tinha visto sexo centenas de vezes antes. Nem ela nem ele sentiram o rompimento do hímen dela, que provavelmente já havia se rompido há muito tempo, porque ela frequentemente tinha o pênis de um garotinho dentro dela, e ejaculava durante brincadeiras despreocupadas. Ele a penetrou por um longo tempo e ela estava muito tranquila, porque depois de atingir o ápice, ela ia de orgasmo em orgasmo até que ele ejaculasse. Ela estava cansada, mas radiante. Ela o cobriu de beijos; transar era muito, muito melhor do que se masturbar! Ele concordou com ela e sentou-se novamente à mesa. Eles tinham que aprender.
Ele ficou por mais três anos. Transava com Charlotte todas as manhãs, depois de explicar a ela sobre contracepção com o calendário, após a menstruação dela ter chegado aos 18 anos. Ela foi esperta o suficiente para não transar por 10 dias, só para garantir. A paixão dela diminuiu e ela estava se preparando seriamente para se casar aos 17 ou 18 anos. Transou com vários pretendentes em caráter experimental e os dispensou a todos, embora tenha ficado com alguns por algumas noites e transado até não aguentar mais, como confessou timidamente a Frank.
A Marquesa não estava muito disposta a deixá-lo ir, mas Charlotte já não precisava de um professor. Ela tinha uma amiga muito próxima, uma princesa de Estrasburgo, que se casara com o velho Príncipe Rohan e procurava um professor para sua filha de 13 anos, Danielle. A Marquesa, que se correspondia com a Princesa a cada quinze dias ou três semanas, elogiou Sir Frank, que havia transformado Charlotte numa jovem educada. Assim, Frank acabou indo para Estrasburgo.
Tudo fora combinado por carta; desta vez, ele viajou de carruagem e foi recebido com muita gentileza. Refrescou-se, vestiu roupas elegantes e foi levado à presença da princesa. Ficou muito surpreso, pois ela ainda era bastante jovem, com 37 anos, como soube depois. Estava vestida com muita elegância, mas de forma simples, o que realçava sua bela figura de maneira surpreendente. No entanto, ele não conseguiu decifrá-la de imediato. Por um lado, ela falava de maneira tão piedosa e temente a Deus que não deixava dúvidas quanto à sua virtude e castidade. Por outro lado, flertava com ele de forma tão descarada e flagrante que suas dúvidas eram justificadas. E era muito falante; duas horas depois, quando o dispensou, ele já sabia de todos os casos amorosos, passados e presentes, de sua numerosa corte. Durante uma pausa para respirar, perguntou-lhe como o tutor tinha permissão para transar. Ela imediatamente listou as moças que gostavam de transar, descrevendo seus atributos físicos e suas técnicas sexuais como se tivesse estado lá. Ele tinha liberdade para escolher as moças, embora, é claro, fosse extremamente pecaminoso, disse ela com um sorriso malicioso. Agora ele tinha certeza de que a marquesa havia escrito à princesa sobre sua sexualidade. Antes do jantar, ela percorreu a fila de criados e o apresentou. Ele jantou com os criados, pois a princesa tinha convidados. A filha, Danielle, só voltaria da casa dos avós na semana seguinte.
É claro que ele foi questionado durante o jantar, mas isso era de se esperar e não havia problema. Sua companheira de mesa, Marielle, imediatamente percebeu sua paquera cautelosa e prometeu se juntar a ele depois do expediente. Com uma piscadela. O clima no jantar era descontraído e frívolo; ele se sentia à vontade perto de pessoas que não escondiam suas roupas e eram ousadas no melhor sentido da palavra.
Ele foi para a cama ao pôr do sol e Marielle chegou logo depois. Ela era completamente descomplicada e deitou-se com ele. Era uma bela e voluptuosa camponesa e transava com muita naturalidade. Depois que ele gozou, ela se estimulou até atingir o orgasmo. Mas ela não ficou muito tempo, mal havia tempo para conhecê-la melhor. Ela respondeu com uma risada que gostaria de vir na noite seguinte também, mas achava mais provável que ele quisesse transar com todas as garotas primeiro, como um teste, mas tudo bem. Mas agora ela tinha que ir e dar lugar à princesa. Ela saiu, sorrindo e rindo baixinho. Ele não tinha notado seu último comentário e foi dormir.
No meio da noite, ouviu-se uma batida suave na porta. Ele estremeceu quando alguém se deitou ao seu lado. Era a princesa. Ela o abraçou e o apertou, chorando. Ele acordou e a ouviu sussurrando o quão pecadora ela era e que deveria se chamar Maria Madalena por ser tão fraca, por sua carne ser tão pecaminosa! Então houve silêncio, ela endureceu seu pênis com a boca e o montou. Ela estava quente, úmida e agradavelmente apertada. Ele a deixou cavalgar por um tempo, depois mudou de posição, preferia assim agora. Ela demorou a se excitar e ele fez tudo o que pôde para deixá-la ainda mais excitada. Depois de longos gemidos e suspiros, ela teve um orgasmo, olhando-o fixamente nos olhos enquanto o segurava e seu abdômen se contraía involuntariamente. Ela se acalmou e o abraçou, sorrindo feliz enquanto ele ejaculava dentro dela. Ele ficou deitado ao lado dela, ofegante. Ela, no entanto, continuava conversando. Ela havia sido fiel ao marido por toda a vida, mas ele já se aproximava dos oitenta anos e passava a maior parte do tempo em Versalhes e Paris. Ele a havia liberado de seu voto de fidelidade, pois não podia mais lhe dar o que ela precisava. Frank assentiu em concordância, dizendo que fora uma ótima atitude da parte do marido. A princesa também não ficou muito tempo. Voltaria amanhã, quando a criada tivesse ido embora depois da transa, disse a princesa, e desapareceu tão silenciosamente quanto chegara.
Ele não conseguiu dormir imediatamente. Lembrou-se de que o falecido Lorde Rohan era considerado amante da Rainha Maria Antonieta, embora provavelmente fossem apenas rumores. Devia ser algo, no entanto, porque o cardeal lhe dera um colar absurdamente caro. Seguiu-se o absurdo Caso do Colar, durante o qual tanto o Cardeal Rohan quanto o astuto impostor Cagliostro foram presos. Depois de algum tempo, ambos foram libertados porque, na verdade, não tinham nada a ver com o roubo. Frank estava agora a serviço da nora do falecido, que, em seu leito de morte, afirmou ter sido o verdadeiro amante da rainha. Seu filho guardara esse segredo e só o contara à sua terceira esposa, esta princesa. Frank ainda ponderava se o velho Rohan realmente havia transado com a rainha, que era considerada casta, mas, por outro lado, Frank tinha informações de uma fonte confiável de que o sueco Fersen definitivamente transara com a rainha há anos. Rohan não poderia muito bem ter transado com a rainha durante as viagens do sueco? Aos poucos, Frank foi adormecendo.
Todas as noites, tudo acontecia exatamente como Marielle havia previsto. A empregada, que tinha uma queda por ele e o desejava, sentava-se ao seu lado e o levava para o quarto, um diferente a cada noite. Assim que ela saía depois de transar com ele, a princesa aparecia. Ela tinha que se esforçar muito para chegar ao orgasmo, mas conseguia quase sempre. Caso contrário, virava-se para o lado e se masturbava secretamente. Ela precisava, mas sempre queria fazer isso discretamente.
Aos poucos, ele foi descobrindo a história de vida da princesa. Ela descendia diretamente da linhagem dos reis da Borgonha. Tivera uma educação católica muito rígida. Quando sua mãe a proibiu de se masturbar, já era tarde demais. Ela havia aprendido com seus amiguinhos e se masturbava todas as noites antes de dormir. Tentou evitar por causa da mãe, mas dormia mal e ficava mal-humorada e irritadiça no dia seguinte. Depois de se masturbar, sempre dormia bem e acordava radiante. Ao perceber isso, passou a se masturbar todas as noites pelo resto da vida. O Príncipe de Rohan já havia ficado viúvo duas vezes e tinha filhos e filhas adultos, mas o velho se apaixonou pela bela jovem e teve permissão para se casar com ela. Tiveram uma filha, Danielle.
O marido sorriu com indulgência, pois ela tinha centenas de admiradores. Ela queria permanecer fiel ao marido e, a princípio, não transou com nenhum deles. Mas o diabo se aproxima sorrateiramente das beldades do mundo, sem fazer barulho. Ela tomava chá ou limonada em seu pequeno salão particular com um cavalheiro. Uma coisa levou à outra; a princípio, ela apenas acariciava os pênis e deixava que acariciassem sua vagina. Depois de muitas semanas, com muita timidez e hesitação, ela fez um boquete completo no cavalheiro. Mais tarde, o diabo continuou a se insinuar; ela deixou que o cavalheiro a masturbasse por baixo da saia. Nas primeiras vezes, ela ficou muito envergonhada depois.
Mas ela gostava cada vez mais, porque muitos deles faziam isso muito bem. Novamente, uma coisa levou à outra e ela o deixou penetrá-la e ejacular dentro dela depois da masturbação. O diabo tinha boas cartas na manga e as jogou. Era apenas uma questão de tempo até que ela deixasse o cavalheiro penetrá-la por baixo da saia e transá-la por meio minuto até ejacular. Quanto mais perto um cavalheiro a levava do orgasmo, mais tempo ele podia transá-la. Agora havia alguns que aproveitavam a oportunidade e a transavam até o orgasmo por 20 minutos. O diabo ria às gargalhadas. Só agora ela estava inconsolável por ter traído o marido e confessou tudo a ele.
Rohan já estava na idade em que a libido se torna fraca, mas a mente sábia. Ele a tomou ternamente em seus braços e a perdoou por tudo o que havia acontecido no passado, tudo e todos. Dispensou-a do voto de fidelidade, pois não podia mais ter relações sexuais com ela, e ela era tão jovem, em plena flor da idade. Ela só deveria zelar por sua reputação e não se envolver em escândalos com seus inúmeros inimigos, mas sempre se atentou a isso. Era grata por sua generosidade e não o envergonhava. Dois anos atrás, ela engravidara, sem nem saber de quem, pois naquela época costumava transar com vários homens seguidos no mesmo dia. Ingeriu uma poção venenosa e perdeu o feto. Desde então, passou a ter relações sexuais com mais cautela e não transava mais como uma louca.
O acordo correu bem, a princesa queria transar, ou melhor, ser transada, depois da criada, altura em que ele já tinha ejaculado quase todo o seu sêmen e, portanto, transou com ela durante bastante tempo. Não ficou imediatamente claro como as mulheres se organizaram entre si e ele não se importou muito. Tomou posse de todas, até mesmo das criadas mais velhas que não transavam há muito tempo. Apreciou o momento e manteve-se em silêncio, como convinha a um homem de honra. Sabia que era muito requisitado e não se importava que as moças também estivessem transando com os outros homens.
O antigo imperador havia morrido no exílio. Frank não conseguia entender por que toda a França, todos os franceses, o lamentavam. Ele também não entendera a veneração durante sua vida. Como as pessoas podiam esquecer que suas vitórias haviam sido conquistadas com um mar de sangue e a vida de pelo menos 3 milhões de franceses? Frank havia vivenciado dezenas de guerras em sua longa vida e nunca entendera por que as pessoas se lamentavam tanto. Claro que ele entendia que um homem se defenderia de um agressor, mas não do ataque em si. Que vantagem teria a ver uma aldeia incendiar a aldeia vizinha?
Frank havia convencido a princesa a deixá-lo ler as cartas de Maria Antonieta, do velho Rohan e seu diário particular. As cartas eram, sem dúvida, cartas de amor, que também falavam de seu amor físico, mais claramente do que jamais fora divulgado publicamente.
O diário de Rohan era ou uma infame fantasia falsa ou uma revelação. O Cardeal Rohan escreveu como a história de amor começou. A acompanhante e melhor amiga de Maria Antonieta chamava-se Jeanette, e Maria Antonieta contou ao cardeal, na primeira audiência privada, que Jeanette era uma masturbadora compulsiva e, claro, às vezes se deitava com ela. Ela própria não era lésbica, disse a Rainha, mas Jeanette sempre dava um jeito de envolvê-la em seu vício. Jeanette sentava-se bem no fundo da cadeira, pois essa era a função da acompanhante, mas a Rainha e ele podiam ver exatamente como a mão de Jeanette se mexia sob sua saia. Jeanette não dava a mínima para os dois, que se excitavam cada vez mais enquanto observavam a masturbação da criada. Eles trocaram beijos de língua pela primeira vez e ele transou com a rainha por trás, totalmente vestido e de pé, enquanto ela apoiava as mãos no encosto de uma cadeira e empinava a bunda. Durou menos de dois minutos, escreveu ele com pesar. Assim começou um caso de amor que duraria dois anos e meio.
Rohan descreveu que transou com Maria Antonieta centenas de vezes em piqueniques no jardim, em cantos isolados e secretos ou em pequenos cômodos, na maioria das vezes. A posição favorita de Maria Antonieta era inclinar-se para a frente com as mãos no encosto de uma cadeira, enquanto Rohan ficava atrás dela e levantava um pouco sua saia. Rohan descreveu suas nádegas brancas como a neve e a fenda carnuda e escura abaixo delas, que ele adorava. Ela não gostava particularmente quando ele tocava sua vagina apertada com a mão, explorando-a delicadamente. Paradoxalmente, ela o deixava masturbar seu clitóris até o orgasmo, antes ou depois da transa. Ela frequentemente se sentava de lado em seu colo, permitindo que ele alcançasse por baixo de sua saia e a masturbasse até o orgasmo. Se a situação permitisse, ele podia penetrá-la enquanto a masturbava.
Ela geralmente queria que ele a penetrasse o mais rápido possível, ejaculasse dentro dela, terminasse de ejacular rapidamente e a deixasse sentar-se novamente. Rohan escreveu que ela nunca teve um orgasmo enquanto ele a penetrava, mas apenas quando Jeanette se masturbava. Rohan admitiu, de maneira muito rebuscada e disfarçada, a forte inclinação lésbica de Maria Antonieta, embora tivesse testemunhado o ato sexual de Jeanette centenas de vezes. Maria Antonieta frequentemente ainda estava muito excitada após o sexo e Jeanette precisava masturbá-la até o orgasmo imediatamente, não podia esperar um segundo. Depois, ela ficava equilibrada e relaxada. Eles sempre mantinham as roupas por segurança, e o príncipe lamentava não poder transar com ela em seu quarto, nem poder vê-la completamente nua. Ele só via sua vagina às vezes quando Jeanette se deitava na grama ao lado da rainha e se masturbava. A rainha abria bem as pernas, levantava a saia e pegava a mão de Jeanette, guiando o dedo avidamente até seu clitóris. Essas foram as únicas vezes em que Rohan teve permissão para olhar abertamente para a vagina e o clitóris nus e expostos da rainha.
Rohan escreveu que o sueco Fersen era o principal responsável pelas relações sexuais com Maria Antonieta. Ele próprio só tinha a sua vez quando o diplomata sueco estava ausente. Rohan então passou a transar com Jeanette, que adorava ser fodida pelo príncipe obeso e, irritantemente, se masturbava sem parar enquanto transavam. Isso irritou Rohan a princípio.
Quando foi libertado da masmorra, escreve Rohan, todos ficaram perplexos ao descobrirem que Jeanette era a ladra do precioso colar. Ele voltou a entrar em contato com a rainha, mas era muito difícil enganar as novas acompanhantes. A rainha e Rohan só conseguiam transar em segredo raramente, mas a paixão de Maria Antonieta havia arrefecido. Sem ela como incentivo, ele raramente tinha sua vez, as acompanhantes podiam ser subornadas e ele sempre tinha que transar primeiro com a dama da corte, que era considerada pouco atraente, até que ela desviasse o olhar. Rohan escreveu muitas páginas sobre como o caso amoroso foi morrendo gradualmente.
Por muito tempo, Frank se recusou a aceitar o diário como estava. Mas se lembrou de algumas passagens. Um falsificador dificilmente teria inventado o vício de Jeanette ou prejudicado a reputação da rainha descrevendo os jogos lésbicos com tantos detalhes. Nem, como Rohan admitiu, um falsificador escreveria Rohan como um substituto para a sueca. Afinal, a falsificação deveria retratar Rohan como um mulherengo heroico, não expô-lo como um perdedor. Sua fuga para Jeanette para uma transa sem graça não combinava em nada com a imagem de um herói. Não, Frank disse a si mesmo, o diário era genuíno e confiável.
Danielle voltou da Borgonha, onde morou com os avós por quase um ano. Ela já tinha quase 14 anos, era uma menina magra e tímida que não fazia ideia do que era sexualidade. Sua avó era rigorosa quanto a isso e se transformava num dragão cuspindo fogo se Dani sequer molhasse um dedo do pé em água fria. Frank a testava com afinco, e seu nível de conhecimento era muito baixo. No que dizia respeito a sexo, ele tinha um longo e árduo caminho pela frente. Mas era justamente isso que o atraía. Ele precisava tê-la um dia!
Eles gostavam um do outro, isso ficou claro desde o início. Quando ele caminhava ao lado dela, ela segurava a mão dele com confiança. Ela se aconchegava a ele ou sentava em seu colo sem constrangimento. Não se incomodava quando ele tocava seus joelhos ou acariciava a parte interna de suas coxas enquanto ela estava sentada em seu colo. Ela se acostumou e não via nada de errado em ele deslizar a mão até sua vagina. Frank sabia que aquele era o máximo que podia fazer. Ela sorria quando ele acariciava sua vagina e frequentemente sorria e dizia como as carícias lhe davam uma sensação agradável, mas ele se mantinha longe de sua vulva e clitóris. Ainda era muito cedo para isso.
Dani realmente não entendia nada de sexo. Mas também não era cega, e certamente não era burra. Um dia, perguntou diretamente a ele: se ele estava transando com a mãe. Ele manteve a verdade e ela empalideceu. “Só se pode transar se vocês forem casados”, citou ela, referindo-se à avó. Ele perguntou se ela às vezes roubava doces da despensa, o que também era proibido. Ela corou e assentiu, mas isso não era transar. Ele concordou, mas ela estava fazendo algo proibido. A avó concordaria, disse ele. “Se estamos transando, estamos roubando da despensa.” Agora ela assentiu; todos faziam algo proibido, às vezes, inclusive ela. Frank perguntou o que mais ela havia feito que era proibido, mas ela desconversou. Como transar realmente funciona? Ele poderia explicar para ela? Frank deixou o livro de lado. Ela já tinha visto um pênis antes? Sim, disse ela, corando, pênis de meninos, no lago. Ótimo, disse Frank, e só moles ou também eretos? Ela continuou vermelha e assentiu: tanto moles quanto eretos. “Ótimo”, disse ele, “e se ela já tinha visto o interior da vagina de uma garota, talvez enquanto tomava banho?” “Sim”, ela respondeu, “na maioria delas, só se vê até o hímen, mas nas maiores, é bem fundo, elas já não têm mais hímen.” Ele perguntou por quê, e ela deu de ombros. “O hímen se rompe quando uma garota transa pela primeira vez, isso se chama desfloramento.” Dani assentiu, agora ela entendia. Ele explicou a relação sexual, enfiando um dedo na vulva dela até o hímen. Os olhos dela se arregalaram. “Então, se eu transar uma vez, ele realmente precisa se romper?”, perguntou ela, ansiosa. “Não dói muito, é como uma picada de abelha, por exemplo.” Ela entendeu isso também. Ela não entendia que era feito para atingir o orgasmo, mas o que era um orgasmo? Ele descreveu o orgasmo feminino para ela e viu os olhos dela se arregalarem. “Aha!”, perguntou ele, e ela ficou pensando nisso por um longo tempo. Então ela contou que às vezes uma garota a esfregava “lá embaixo” depois do banho e que agora ela acreditava que aquilo era um orgasmo. Ela teve que descrever em detalhes para ele, então ele assentiu, eram orgasmos. Ela corou profundamente. Não, ela nunca tinha feito isso, nunca. E com os garotos, perguntou ela, tem algo a ver com ejaculação feminina? Frank se perguntou e assentiu, se um garoto transa com uma garota e ejacula dentro dela, a garota pode engravidar e ter um filho. “Ahhh!” exclamou Dani, “todas aquelas mulheres grávidas que você vê devem ter transado, com ejaculação feminina dentro?” Frank assentiu, sim, era isso mesmo. “Então, transar, orgasmo, ejaculação feminina e filho?” ela perguntou para ter certeza. Sim, exatamente isso, “mas ela não precisa necessariamente engravidar se não quiser”, disse ele. “E mamãe, ela vai ter um filho com você, querido Frank?” Ele sabia que ela gostava dele quando falava assim, sem frescura. “Não, sua mãe não quer ter um filho comigo, disso eu tenho certeza.” Ela pareceu triste com a resposta, mas mudou de assunto. Ela costumava ver os meninos com água até a virilha, esfregando os pênis e sorrindo enquanto caíam na água. Ela nunca contou para sua avó rigorosa que muitas vezes tinha permissão para esfregar os pênis dos meninos até que eles caíssem na água. Ela não sentia nada, mas os meninos realmente gostavam quando ela os esfregava e os fazia ejacular. Frank riu: “A vovó teria desmaiado”, ele sorriu, “mas isso é tão proibido! Ela teria cuspido fogo em você, seu querido dragão!” Ele riu alto. Dani pensou sobre isso. Ela costumava ficar embaixo da porta quando sua avó se esfregava “lá embaixo” todas as manhãs. Dani tinha visto isso mil vezes: sua avó sempre esperava até que seu avô se levantasse, se descobrisse e puxasse a camisola até o queixo. Ela abria as pernas e se esfregava rapidamente em meio aos seus pelos pubianos grisalhos. Na época, Dani não fazia ideia e esperou pacientemente até que sua avó terminasse. Quando via a menina parada embaixo da porta, sempre a repreendia severamente por não espionar os outros! “Então você já sabe quase tudo o que uma menina da sua idade precisa saber!”, disse ele, ficando sério, e elas continuaram aprendendo.
Ela sentava no colo dele todas as manhãs e tinha mil perguntas, novas e antigas. “Eu gosto quando você me acaricia lá embaixo, querido Frank!”, ela dizia, e ele a ensinou que “lá embaixo” se chamava xoxota. “Xoxota!”, ela exclamou, rindo, “isso soa bem!”. Ele sorriu e acariciou a xoxota dela enquanto ela estudava. Um dia, ele perguntou se poderia lhe dar um orgasmo como o da garota no lago. Ela se virou para ele com os olhos arregalados. “Roubar doces da despensa?”, perguntou, com os olhos arregalados, “você quer roubar?”. Ele sorriu e assentiu: “Sim, quero!”. Ela pensou por um momento. “Você não preferiria transar?”. Ele balançou a cabeça. “Você ainda é muito jovem, minha Danielle. Tem que partir de você, você tem que sentir o desejo e me dizer, nem um segundo antes!”. Ela olhou nos olhos dele por um longo tempo e ele disse: “Feche os olhos e sinta-me lhe dar um orgasmo. Tudo bem?”. Ela assentiu e fechou os olhos. Ele encostou a cabeça dela no peito, procurou o clitóris e a masturbou. Ela teve um orgasmo violento e deixou a cabeça cair sobre a mesa. Chorou baixinho e murmurou: “Que orgasmo forte, querido Frank!” Parou de chorar e eles começaram a estudar.
Todas as manhãs, Dani sentava no colo dele e pedia que ele a levasse ao orgasmo. Ele a masturbava todas as manhãs antes de estudar e um dia, depois de masturbá-la, ela disse que já havia feito isso sozinha na noite anterior. Ele a elogiou e disse que a maioria das meninas faz isso todas as noites, que era bom e saudável e que a avó estava enganada nesse ponto.
Um ano se passou, Dani completou 15 anos e aprendeu muito. Ela conheceu o velho Príncipe de Rohan pela primeira vez, tomaram chá e o velho disse estar muito surpreso com o quanto sua filha havia aprendido em um ano. “E, Sir Frank Butterill”, perguntou o velho cavalheiro, “ela está chegando a uma certa idade, posso lhe pedir que a ensine o que ela deve saber como uma mulher casada?” Frank sentiu que os olhinhos do velho o observavam com curiosidade. “Há uma matéria chamada história animal e natural. Aprendemos sobre plantas e animais e também sobre seres humanos, claro, sobre todas as partes do corpo. Conversamos bastante sobre todos os órgãos, mas pulei a parte dos genitais e da sexualidade até agora porque pensei que isso fosse assunto para a mãe ou o pai.”
O velho balançou a cabeça. “Conversei com minha esposa ontem, mas ela preferia deixar isso para mim ou para você, o tutor. Ela não podia”, disse minha esposa com certa exasperação. Frank olhou diretamente nos olhos de Rohan. “Não tenho problema nenhum com isso, sua filha se dá bem comigo e, claro, aceitarei a tarefa com prazer.”
Rohan assentiu pensativamente. “Li que o senhor esteve na China por alguns anos e também descobri que, com as mulheres chinesas, essa tarefa cabe ao pai.” Frank manteve a compostura. “É verdade, Vossa Graça. Na China, também é o pai quem desvirgina sua filha de 13 ou 14 anos.” Ele tinha acertado, o velho Rohan começou a falar. “Não me diga, Mestre Butterill! É muito incomum, pelo menos para nós no continente, porque entregá-la em casamento virgem é algo muito importante para a nossa espécie.” O velho fechou os olhos por um instante. “Os povos da Ásia são muito estrangeiros para nós, vocês precisam entender isso. Nós, franceses, holandeses, e vocês, ingleses, também, invadimos seus países de olhos vendados e corações fechados, literalmente roubando-os, pois nosso comércio com eles não é justo. Nós, nas câmaras dos deputados, sabemos disso, é claro, mas nenhum de nós, nem mesmo eu, ousa lutar contra as grandes casas comerciais. E queremos evitar o destino da Liga Hanseática Alemã.”
Eles conversaram bastante sobre diversos assuntos, e em certo momento o velho mencionou a beleza e elegância de sua esposa. Frank começou a falar, mas o velho o interrompeu bruscamente. “Shhh, shhh, shhh! Nem uma palavra disso, rapaz! Primeiro, eu tenho olhos na cabeça e nunca sofri uma queda infeliz. E terceiro, minha esposa me contou. Chega, não vamos mais discutir isso!” Aquilo soou cristalino, e de fato era. O velho Rohan mudou de assunto, perguntando a Frank sobre seu projeto de livro sobre a China. Frank ficou feliz em falar sobre o assunto até o final do chá.
Ele já havia iluminado Dani sexualmente há muito tempo, e de uma forma muito mais completa do que o Príncipe Rohan jamais poderia imaginar. O velho nunca chegaria a desvirginá-la. Certa vez, disse a Dani, que estava perto de completar 16 anos e o fazia masturbá-la todas as manhãs, que adoraria transar com ela algum dia. Ela não respondeu nada, pois estava muito apaixonada por Frank e não parava de sonhar com isso.
Mas levou semanas até que ela finalmente o abordasse sobre isso. Seu rosto brilhava de excitação, mas ela se lembrou de que ele havia dito que a decisão tinha que partir dela. Frank respirou fundo e a abraçou aliviado. “Vamos transar, agora mesmo!”, ela sussurrou em seu ouvido. Ela assentiu decididamente, embora estivesse muito assustada. Ele a deitou no sofá, levantou sua saia e a penetrou lentamente. Ela soltou um pequeno grito quando seu hímen se rompeu, mas continuou o beijando enquanto ele a fodia. Ela teve um orgasmo depois de muito tempo e ele ejaculou imediatamente. Eles ficaram deitados um ao lado do outro, respirando pesadamente, e daquele dia em diante transaram todas as manhãs antes de aprender. Frank a ensinou a usar o calendário sideral quando sua menstruação começasse e ela seguiu o método à risca.
Ele a ensinou e transou com ela até os 19 anos, quando a Marquesa lhe arranjou um bom partido. Frank teve que admitir para si mesmo que havia se afeiçoado muito à garota e ansiava por transar com ela todas as manhãs. É claro que ele gostava de transar com a mãe dela e com as diferentes empregadas, pois nunca sabia de antemão qual delas se juntaria a ele naquela noite. Essa variedade contribuía muito para sua ansiosa expectativa a cada transa. Ele ficou bastante enciumado quando ela começou a transar com o rapaz.
Ele teve que continuar.
Frank não se lembrava de como tinha chegado à Baronesa d’Auteuil; fora muito bem recomendado a ela. Sentou-se em frente à velha e pomposa mulher, e uma coisa era certa: ela definitivamente não estava em seu juízo perfeito. Não, não, ela conseguia acompanhar a parte factual da conversa, mas divagava sem parar, falando de assuntos privados e sexuais sem a menor vergonha, mesmo sem conhecê-lo. Ela havia assumido a guarda da neta, Arielle, de 13 anos, depois que os pais morreram na prisão sob o reinado do grande imperador. A baronesa havia perdido a cabeça com isso, pelo menos em parte, já que seu filho dormia em sua cama desde os 5 anos.
A baronesa havia perdido completamente a sanidade quando seu marido morreu; seu filho tinha apenas 5 anos. Ela o deixava dormir com ela desde a morte do marido, e o garotinho a via se masturbando à noite. Ele também começou a se masturbar em algum momento e, inicialmente, ejaculava em suas grandes nádegas por anos. Ela lhe perguntou se ele já não tinha visto a transa, e ele assentiu ansiosamente. Sim, o jovem rapaz do estábulo transava com uma criada após a outra, ele tinha visto. E ele não tinha visto exatamente como eles transavam? “Oh, sim”, disse o garotinho, “ele colocava o pênis no buraco da criada e ejaculava lá dentro”, disse ele, assentindo ansiosamente. “E eu não tenho um buraco como o dela?”, perguntou ela, curiosa, e ele apontou: “Sim, sim, aqui!” Então ela disse: “Viu? Você também pode ejacular no meu buraco, não é?” O garotinho assentiu ansiosamente e, a partir daquele momento, ele não ejaculava mais em suas nádegas, mas sim em seu buraco para ejacular. Isso correu bem durante anos, mas quando ele tinha 10 anos, ela lhe disse para enfiar o pênis bem fundo para ejacular, bem fundo mesmo. Ele assentiu ansiosamente e, quando sentiu que ia ejacular enquanto se masturbava, enfiou o pênis fundo no orifício dela, moveu as nádegas rapidamente de um lado para o outro e esperou que o líquido jorrasse lá dentro. Ele tinha 12 anos e já fazia movimentos firmes durante a penetração quando ejaculou. Agora ela cuidava dele e o ensinava a transar com ela direito. Ele era jovem e tinha que transar e ejacular com muita frequência, e ela tinha muito orgulho dele e o amava profundamente. Ele transou com ela várias vezes ao dia até completar 26 anos e se casar. Sua esposa o amava muito e aceitava que sua sogra gorda se juntasse a eles na cama de casal todos os domingos de manhã para que ele a penetrasse com força. Quando ele ejaculava, ela, sorrindo, fazia o pênis do marido ficar duro novamente para que ele pudesse transar com a velha mulher repetidas vezes. Ela sorriu docemente quando a transa terminou e a velha se masturbou violentamente até o orgasmo; ela mesma não se masturbou mais depois do casamento. Então, os capangas da República chegaram e jogaram o jovem casal na prisão. A baronesa enlouqueceu novamente quando ambos morreram na masmorra.
A velha discutiu as formalidades com ele: sua acomodação, a educação da neta, o pagamento. Ela não era pobre e podia pagar-lhe bem. Bateu com a mão no sofá ao lado e disse-lhe para se sentar, pois se tratava de assuntos confidenciais. Ele sentou-se ao lado dela e ela pegou em sua mão. Caiu na porta de casa. Em primeiro lugar, ela tinha três empregadas domésticas, com quem ele poderia transar à vontade, sussurrou ela confidencialmente. Mas ela também queria transar nas manhãs de domingo, quando as três moças estivessem na igreja. Então, o que me diz, soldado? Ele fechou os olhos, pois aquilo era um incômodo. Mas sim, senhora, disse ele obedientemente. Ela assentiu satisfeita, então estava tudo resolvido.
Ela continuou tagarelando, contando que fora deflorada por um de seus três irmãos quando tinha 12 anos, e os outros dois estavam ao lado dela, sorrindo e esfregando seus pênis eretos. Ela viu a cena e gritou: “Não, não, nem todos vocês!”. Mas os irmãos a foderam, um após o outro, repetidamente, até que os três estivessem exaustos ao amanhecer. Ela nunca tivera tantos orgasmos seguidos, nem mesmo durante sua mais longa masturbação. No fim, ela gostou muito e transou com os três irmãos todas as noites até se casar. Seu marido era rico como Creso, mas era lamentavelmente inepto; não conseguia transar com ela. Ele não conseguia ter uma ereção, a velha riu baixinho; apenas uma vez por mês ela tinha que abocanhar seu pênis atrofiado e engolir suas poucas gotas de sêmen. Mas ele era um bom homem, a libertou da obrigação da fidelidade e ela podia transar com quem quisesse em seu quarto separado. Ela nunca dormira sozinha, riu baixinho; na verdade, era bastante bonita e tinha mais admiradores do que noites. Ela adorava transar, os irmãos tinham despertado nela uma luxúria incrível. Era assim mesmo, Sir Frank!
Mas, na verdade, ela queria falar sobre outra coisa, disse. Amélie tinha 13 anos e logo faria 14. A Baronesa queria que Frank cuidasse da menina e desenvolvesse sua sexualidade. Isso era importante, disse ela, a pobre criança não tinha ideia de nada e deveria saber o que esperar da vida de casada e não ser enganada por qualquer aproveitador. Se uma virgem aparecesse no mercado e houvesse a mínima possibilidade de uma rica herança, os aproveitadores sairiam de seus esconderijos. Frank a entendeu e concordou; ele também já tinha ouvido falar desses vigaristas. Mas será que ele deveria mesmo desvirginar a menina?, perguntou cautelosamente. Sim, ele a havia entendido corretamente, murmurou a baronesa. Isso era mais importante para ela do que a educação escolar. Ela ouvira dizer que ele era muito vigoroso e que não era nenhum fraco. Essa reputação o precedia, ela sorriu.
Frank estava mais envergonhado do que há muito tempo. Queria ter certeza de que ela havia dito aquilo deliberadamente, que estava falando sério e não em um momento de distração. Mas ela estava falando sério, pois conversou bastante sobre a missão especial dele. Ela não queria deixar Arielle aos cuidados do cocheiro ou do rapaz do estábulo; um jovem inglês aristocrata com boa reputação de bom de cama era exatamente o que ela precisava. Desceram para o primeiro andar, onde a baronesa o apresentou aos funcionários.
Havia apenas três criadas, que também cozinhavam para todos. Eram três irmãs na casa dos trinta, moças bonitas e voluptuosas do interior. A baronesa as apresentou a Frank e disse que elas não teriam mais apenas o cocheiro e o pajem para transar. Deveriam compartilhá-lo sem discutir. Ele tinha boa reputação como amante, repetiu a baronesa, a Marquesa de Belfort havia lhe contado isso pessoalmente. As moças sorriram e riram baixinho.
Frank se lembrou de quem era a marquesa. Ele só estivera com ela por pouco tempo, talvez um ano. A marquesa, de 38 anos, era viúva e vinha transar com ele todos os dias depois do jantar. Ele tinha boas lembranças dela; ela transava com muita graça e se entregava à paixão enquanto corria para o orgasmo. Ela nunca ficava com ele, mas ia aos aposentos dos criados, entrevistava as moças dispostas e lhe enviava uma todas as noites. Ele estava realmente satisfeito com a escolha dela; ela só lhe enviava moças jovens e fogosas, disso ele tinha certeza. Ele tirou a virgindade de Christine, a filha dela de 16 anos, na primeira semana, e eles transavam todas as manhãs antes de aprenderem. Christine não era particularmente bonita nem muito inteligente, mas adorava transar e aprendeu tudo sobre sexo muito rápido. Ela engravidou estupidamente depois de 10 meses e teve que se casar às pressas. Passou pela sua mente quantas vezes ele teve que abandonar suas tendas prematuramente porque a moça que ele havia desvirginado era burra demais para seguir o calendário e engravidava. Surpreendentemente, isso não prejudicou em nada sua reputação, pelo contrário.
O cocheiro e o pajem estavam como sempre. “Eles dividem as moças como irmãos”, disse a baronesa gentilmente, sorrindo para os homens. “Nunca houve uma briga. Prefiro quando os homens não brigam por uma moça!” Um ponto de vista muito sensato. Por trás dela, o cocheiro circulou o dedo indicador em volta da têmpora, dizendo que a velha não batia bem da cabeça. “Até agora, os dois se revezaram para vir à minha cama me dar uma boa transa nas manhãs de domingo. Talvez fiquem felizes se o senhor assumir essa tarefa agora, Sir Frank!” disse ela enquanto subiam as escadas. “Sim, eu também pensei nisso”, disse Frank. “Os dois certamente não parecem apreciar o fato de poderem transar com uma dama nobre!” Ela parou e colocou a mão no braço dele. “Vejo que o senhor aprecia!” De volta ao salão, tomaram uma taça de vinho e ela chamou a neta.
“A pequena se masturba todas as noites”, murmurou ela, “provavelmente faz isso há muito tempo”. Frank assentiu e, antes que pudesse perguntar qualquer coisa, Amélie entrou. Ele ficou imediatamente encantado com sua beleza e graça infantis e inocentes. Ela tinha um sorriso amigável no rosto, sua figura era esbelta e não havia o menor indício de seios. Seus braços e pernas eram finos e graciosos. Ela se sentou ao lado da avó e se aconchegou a ela, sorrindo timidamente. Frank fez algumas perguntas para ter uma ideia do seu nível de conhecimento e ficou surpreso com o quanto ela já sabia. Ele também ficou surpreso porque ela era inteligente e esperta. Ela disse baixinho que queria aprender principalmente astronomia e Frank assentiu; isso era possível. Com matemática, geometria e álgebra, é claro. Amélie assentiu; isso estava claro para ela. Frank sentiu o afeto dela por ele.
A baronesa então interrompeu a conversa. “Mas você não entende nada de sexualidade, minha filha!”, e deu um novo rumo à conversa. Amélie quis responder algo, mas a baronesa continuou: “Masturbação não é sexualidade! Você se masturba, não é?”. Amélie imediatamente baixou os olhos e assentiu, um pouco contrariada. “Sim, vovó, todas as noites. A senhora sempre me viu fazendo isso várias vezes e nunca proibiu!”. A baronesa pediu que ela contasse. Amélie, hesitante, contou que se masturbava todas as noites antes de dormir e adormecia logo após o orgasmo. Não, respondeu à avó, ela só tinha feito isso uma vez, nunca duas. E sim, respondeu, o orgasmo era sempre muito bom e vinha muito rápido, então ela não precisava se masturbar por muito tempo.
“Vamos, mostre ao Sr. Frank que você ainda é virgem”, ordenou a avó, e Amélie se levantou hesitante. Ela parou em frente a Frank e, com um pouco de receio, levantou a saia. Que linda xoxotinha! Completamente depilada, sem nenhum fiapo. Ele afastou os lábios com os dedos e assentiu afirmativamente: “Ela ainda é intocada, senhora!”. Examinou o clitóris dela com muita atenção. Reagiu imediatamente ao seu toque e começou a endurecer. Ele puxou o prepúcio um pouco para trás. O clitóris era maior do que ele esperava e a glande tinha o formato de um pênis. Estimulou o clitóris delicadamente por vários minutos até que estivesse extremamente rígido. Continuou a masturbar o clitóris da menina assustada e de olhos arregalados, que sentia o orgasmo se aproximando. Então, parou quando ela soltou um suspiro suspeito e suas coxas tremeram. Ele não queria constranger a doce garotinha. Ele tinha visto tudo e abaixou a saia dela. A baronesa deu uma risadinha boba: “Minha filhinha teria tido um orgasmo num instante, Sir Frank, o senhor poderia ter continuado!” A velha senhora tinha visto tudo de lado e fantasiado em sua mente perturbada, porque é claro que ela podia ver as nádegas de Amélie se contraírem, suas pernas tremerem e o orgasmo se aproximar. Amélie olhou para ele agradecida porque ele a havia compreendido e parado antes que ela tivesse um orgasmo violento. “As aulas começam depois de amanhã”, disse ele, despedindo-se. “Deixaria minhas coisas arrumarem depois e voltaria para o jantar. Deixe a empregada preparar meu quarto.”
Após o jantar com a baronesa e Amélie, elas conversaram por mais uma hora. A avó conseguiu arrancar de Amélie o depoimento de que costumava observar o filho do vizinho, Pierre, se masturbar e ejacular, e que ele raramente a deixava masturbá-lo. Ela achava muito excitante sentir o líquido jorrando pelo pênis dele com os dedos. Sim, Amélie admitiu timidamente, às vezes eles brincavam de transar, mas ele só podia penetrar até o hímen dela e, em vez de transar, tinha que se esfregar e ejacular no hímen dela; não podia penetrá-la. Depois da conversa, Frank foi para o quarto, seguido por uma criada. O quarto era bem decorado e a moça ficou parada olhando para ele. Seu nome era Madeline, tinha 38 anos e era a mais velha das irmãs. Ele olhou para sua figura voluptuosa e perguntou se ela gostaria de deitar com ele. Ela assentiu ansiosamente e corou. Eles se despiram e deitaram na cama. Ela tinha um rosto jovem, amigável e corado de excitação. As pequenas dobras de gordura não o incomodavam nem um pouco; ela tinha seios maduros e fartos, e seus pelos pubianos loiro-avermelhados eram naturais e não aparados.
Ela transou sem frescuras e sabia como transar para chegar ao orgasmo. Ela se agarrou a ele e pressionou os lábios contra o pescoço dele para que seu grito orgásmico não fosse ouvido. Ele ejaculou no mesmo instante em que ela teve um orgasmo. Eles ficaram deitados um ao lado do outro, respirando pesadamente, e ela disse que tinha gostado muito da transa. Ela já estava ansiosa pela sua vez novamente, depois das irmãs. Ela foi bem quietinha.
Na noite seguinte, outra garota o acompanhou até o quarto. Seu nome era Helena, ela tinha 35 anos e estava ali por ele naquela noite. Ele assentiu e gostou do fato de as irmãs obviamente não serem muito falantes. Seu corpo era muito parecido com o de Madeline, exceto pelo fato de que ela tinha cabelos castanhos em vez de loiro claro e ruivo. Ela era muito mais suave que a irmã e, uma vez atingido o ápice, passou de um orgasmo para outro. Ela também fazia tudo muito silenciosamente.
Então chegou a vez da mais nova, ainda mais tímida e reservada que as outras. Seu nome era Nadine, ela tinha apenas 32 anos e era realmente tímida e recatada. Tinha cabelos loiro-avermelhados e era a mais magra. Hesitou por um longo tempo antes de se despir e cobriu sua vergonha com a mão antes de se deitar. Ele adivinhou o motivo imediatamente: ela tinha um clitóris comprido, pendurado para fora da vagina. O clitóris reagiu ao seu toque e endureceu visivelmente. “Você tem um clitóris muito bonito e grande, Nadine, pode se orgulhar disso!” Ele percebeu que a tensão dela estava diminuindo e que ela estava se soltando enquanto a penetrava. Ela transava muito bem, como suas irmãs, e teve orgasmos repetidamente, até que ele ejaculou. Ela se foi em silêncio.
Amélie chegou de manhã. Ele a instruiu a sentar em seu colo e ler em voz alta. Sua mão deslizou por baixo de sua saia, suavemente pela parte interna de suas coxas até sua vagina. Ela nem sequer se mexeu; já havia lhe mostrado sua vagina no primeiro dia e ele a havia tocado e acariciado, levando-a quase ao orgasmo. Ele acariciou seu clitóris com muita delicadeza e suavidade. Depois de meia hora, ela encostou a cabeça em seu ombro e fechou os olhos. “Por favor, me faça ter um orgasmo, por favor!” Ele a masturbou e a deixou ter um orgasmo suavemente.
Ele a pegou em um braço como se fosse um bebê e colocou uma perna sobre a mesa, de modo que a vagina dela ficasse à sua frente. Acariciou o clitóris dela repetidamente. “Ela te disse que queria que eu a transformasse em mulher?”, perguntou ele suavemente, e ela assentiu com um semblante sério. “A vovó não estava falando de outra coisa, ela queria me arranjar o melhor homem para isso!” Frank perguntou por que ela estava irritada. “Porque a vovó me dá ordens e não me pergunta o que eu quero! ‘Vamos, Amélie, mostre ao Senhor sua Michette’, e eu obedeço e levanto a saia. É isso que me irrita.”
Frank acariciou o clitóris dela bem devagar. “Eu não penso como ela, Amélie! Posso esperar até você estar pronta para perder a virgindade. Não preciso fazer isso agora, tenho as três empregadas que adoram transar comigo à noite!” Amélie sorriu de repente. “E domingo, é quando você tem que transar com a avó, né?” Frank sorriu. “Acho que não tem como esconder nada de você, né?” Os dois riram. “Amanhã é domingo, você tem que transar com ela!” Ele acariciou o clitóris dela por um longo tempo, mas ela não queria mais ter um orgasmo. Depois de um tempo, ela se sentou e continuou lendo. Ele acariciou a vagina e o clitóris dela até o final da lição. Eles continuaram assim por semanas.
Na manhã de domingo, ele bateu à porta da baronesa assim que os sinos da igreja pararam de chamar os fiéis. Entrou no quarto. A baronesa estava deitada seminua na cama e havia largado o jornal. Seu camisão estava completamente desabotoado na frente, revelando seu corpo nu. Ela era bastante gorda e seus seios caídos pendiam para os lados. Ela tinha uma mão em seu Michette e um dedo em seu clitóris quando ele entrou. Ele viu seus pelos pubianos grisalhos e ralos, mas seu clitóris grande o fascinou; era rígido e maior que o de Nadine. Ele se aproximou e deixou cair seu roupão matinal.
Ela disse que lamberia o pau dele até ficar duro num instante, e assim o fez. Ela teve que chupar e lamber por um longo tempo até que ele estivesse completamente ereto. Ela olhou para cima e perguntou se deveria continuar lambendo e se ele preferia ejacular na boca dela, ela não se importaria. Frank recusou com agradecimento; ele preferia transar e ejacular num orifício do que numa boca. Ela assentiu compreensivamente e continuou lambendo o pau dele por mais um tempo até que ele estivesse completamente duro. Ela respirou fundo: “Penetre com cuidado, senhor, porque sou velha e minha vagina é muito estreita e muito, muito apertada!” Ele assentiu e penetrou bem devagar. Era realmente muito apertada, mesmo ela tendo se umedecido com saliva antes. Ele estava totalmente penetrado e ela assentiu: “Estou pronta, senhor!”, ela respirou fundo.
Ele não conseguia se lembrar se já havia transado com uma mulher tão velha. Tinha transado com algumas camponesas bem idosas na China, mas talvez não tão velhas quanto ela. O velho fazendeiro chinês disse que sua esposa não transava há vinte anos, mas a velha sibilou para o marido calar a boca e pensar bem se ele tinha certeza de com quem ela costumava transar! Frank não pôde deixar de sorrir, porque as velhas chinesas estavam muito interessadas em transar com o rapaz.
Enfim, ele a penetrou devagar e usou sua força de forma controlada. Teve que transá-la por um bom tempo, ela até que se saiu bem, mas disse que nunca teve um orgasmo, que se masturbaria depois. Enquanto isso, ela tagarelava, e ele só ouvia com atenção. Ela contou como seu irmão havia tirado sua virgindade e a penetrado, e depois os outros dois irmãos também a penetraram brutalmente. Ela só ficou chocada na primeira vez que a penetraram, depois disso teve orgasmos tão bons que começou a gostar, mesmo que os irmãos a penetrassem brutalmente todas as vezes.
Ele assentiu distraidamente e continuou a penetrá-la pensativamente. A vagina apertada dela era muito prazerosa; ele fechou os olhos e esqueceu a idade real dela, 69 anos, como descobriu depois. Segurou os quadris e as nádegas dela com as duas mãos e aumentou o ritmo. Ela ficou em silêncio e ele percebeu pela respiração dela que ela havia atingido o ápice e estava indo cada vez mais longe, rumo ao orgasmo.
Ele não aguentou mais e ejaculou dentro dela. Ela já havia começado a se masturbar quando ele começou a ejacular e teve um orgasmo muito breve logo em seguida. Seu rosto se contorceu em uma careta horrível e enrugada enquanto ela continuava a se esfregar até o orgasmo. Só depois de um tempo de extrema tensão física, se contorcendo e se debatendo como se estivesse com dor, ela relaxou. Ele se endireitou, relutante em se deitar com ela. Vestiu seu roupão e foi para o quarto.
Amélie já o esperava, sorrindo: “Então, como é transar com a vovó?” Ele estava exausto e se jogou na cama. Amélie deitou-se ao lado dele e o abraçou, mas não fez mais perguntas e permaneceu em silêncio. Ele adormeceu e ela olhou curiosamente para o pênis dele, que estava para fora do roupão aberto. Mas ela não o tocou e adormeceu em seu peito.
As criadas voltaram da igreja e foram na ponta dos pés até a porta do quarto da baronesa. Nadine abriu a porta uma fresta e a fechou imediatamente. “Ela já está se tocando com força, chegamos tarde demais”, sussurrou. Elas se aproximaram da porta de Frank e Nadine a abriu uma fresta, as três fadas espiaram, e então Nadine a fechou novamente. Frank estava deitado de costas na cama, com o pênis meio ereto para fora do roupão. Amelie dormia sobre o peito dele, a saia levantada de forma que sua vagina e bunda ficassem visíveis. As três fadas desceram para seus aposentos e discutiram se Frank já havia transado com a garota. Elas não chegaram a um consenso; Madeline conseguia imaginar, Helena e Nadine não. “Vou perguntar a ele hoje à noite”, disse Madeline, porque era a vez dela naquela noite.
Frank e Amelie acordaram quase ao mesmo tempo. Ele puxou o vestido dela por cima da cabeça e tirou o roupão. Não, ele não queria transar com ela agora, murmurou. Ela só podia deitar nua sobre ele, se abraçaram e se beijaram com língua. Ela apalpou o pênis dele com curiosidade e teve que parar quando ele ficou completamente duro. Ela gemeu que o pênis dele era muito maior do que o de Pierre, o garoto vizinho com quem ela brincava de squirting e transava. Nunca entraria em seu pequeno orifício. Frank sorriu gentilmente: “Isso não será um problema quando você estiver pronta!” Ela encostou o rosto no peito dele; o abraço e os beijos nus eram incrivelmente lindos e excitantes. Por “pronta”, ele se referia ao calor e à excitação dentro de sua Michette?
Durante mais duas semanas, Amélie sentou-se no colo dele durante as aulas, deixando-o acariciá-la com carinho e depois masturbá-la. Somente nas manhãs de domingo, quando ele voltava de transar com a avó dela, ela o esperava nua na cama dele e eles se abraçavam, se aconchegavam e se beijavam até a hora do almoço.
Este domingo não foi exceção. Amélie já o esperava nua em sua cama, e eles se beijaram e se abraçaram, esfregando seus corpos nus um no outro. Ela estava terrivelmente ciumenta, ele percebeu, estava perdidamente apaixonada por ele. Ela estava irritada com a avó com quem ele tinha que transar todo domingo. Amélie costumava espiar quando o noivo ia até a velha senhora e transava com ela com força. O noivo passou por ela, sorrindo ironicamente, e ela continuou a espiar a avó, que se masturbava sem parar a manhã toda, atingindo o orgasmo com força e grande esforço. Frank ouvia em silêncio, porque Amélie estava realmente ciumenta e não deixava nenhum fio de cabelo na cabeça da baronesa. E o fato de ele ter uma das criadas na cama todas as noites também era ultrajante, coitadinha da Amélie!
De repente, ela disse que queria transar com ele agora. Imediatamente. Frank sorriu e disse que precisava se recuperar primeiro, transar com a velha baronesa estava lhe exigindo muito. “Espere até a tarde, aí podemos transar, ok?” Amelie assentiu desanimada, o calor em sua vagina estava incomodando-a. Mas eles já tinham conversado tanto sobre transar que ela entendia. Embora ainda não tivesse menstruado aos 15 anos, ele já a havia ensinado a usar o calendário há muito tempo. Ela seria cuidadosa, prometeu.
Depois do almoço, ela o seguiu até o quarto dele e deitou-se nua na cama. Eles se beijaram e se abraçaram, ambos excitados e prontos. Ela lambeu e chupou o pênis dele, completamente entregue. Ele a penetrou com força, o hímen dela rompeu completamente sem problemas e ela sorriu com lágrimas de alegria. Transaram por quase uma hora, Amelie teve um orgasmo com facilidade e sorriu radiante para ele. “Pode gozar dentro, Frank, hoje estamos seguros.” Após a transa, eles ofegavam e ela o cobriu com mil beijos de gratidão.
Ele ficou por mais três anos. A baronesa ainda queria transar com ele todo domingo de manhã, mesmo já tendo mais de 70 anos e sua vagina tendo encolhido ainda mais. As três irmãs vinham todas as noites, gostavam da transa dele, que não era tão brutal quanto a do cocheiro ou do rapaz do estábulo, ambos muito rústicos na cama. E Amélie transava com ele toda manhã, se o calendário permitisse; caso contrário, ela se deitava de pernas abertas na cama dele e eles se masturbavam com carinho. Foram anos lindos e tranquilos.
Frank frequentou diligentemente as universidades de Paris e lia muito nas bibliotecas. Sua memória eidética, quase fotográfica, era de grande ajuda. Ele não gostava de admitir, mas havia se tornado um polímata. A cada 20 ou 30 anos, mandava falsificar seus documentos em Londres para que ninguém pudesse adivinhar sua verdadeira idade. Seu lugar favorito era com os anatomistas que estudavam a vulva feminina e a estrutura do clitóris. Os professores davam palestras, pediam a uma garota que se masturbasse nua no auditório e explicavam a masturbação e o orgasmo em detalhes. As garotas, em sua maioria, vinham de hospícios e não tinham medo de se masturbar em público e deixar que o professor e os alunos as tocassem. Sorrindo, elas chegavam ao orgasmo repetidas vezes. Quando o professor saía no final, gritava “pudenda libera”, que significava algo como “vagina livre!”, e os alunos cercavam a garota com deficiência intelectual como uma matilha de lobos e a penetravam, um após o outro. A garota com problemas mentais gritou de alegria ao ter um orgasmo; ela conseguia ter até cem orgasmos seguidos. A maioria das garotas nos hospitais psiquiátricos se masturbava o dia todo. Frank apenas observava, divertido; ele não queria participar.
Frank olhou para trás, para o século, com satisfação. Na França, ele pudera dar vazão aos seus desejos obscuros sem impedimentos, desvirginara dezenas de garotas e transara com muitas, muitas mulheres, incluindo várias da alta sociedade. Após a virada do século, observou os desdobramentos políticos com grande inquietação. Tudo caminhava para a guerra na Europa, e ele pensava incessantemente em onde poderia escapar dela.
Em 1912, ele viajou para a Suécia.